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Workshop de Trigger Points: Avaliação e Tratamento

Profissões

Fisioterapia

Categorias

Terapia Manual | Fáscia

Este Workshop de Trigger Points pretende de forma sucinta e pragmática, ensinar ao formando como avaliar e definir os diferentes tipos de trigger points, expondo as suas formas de tratamento.
Face à atual propensão diária para o stress, e à sua influência direta na predisponibilidade para a dor/sindrome miofascial, torna-se pertinente para qualquer fisioterapeuta saber como avaliar e intervir com sucesso nesta condição.
Trata-se de uma técnica prática e eficaz, conjunção que lhe dá bastante popularidade na prática clínica, e que permitirá intervir num sem número de condições, tratando-as apenas com recurso a Terapia Manual.

Esgotado
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Descrição

O termo Trigger Point foi inicialmente utilizado em 1942 pela Drª Janet Travell para descrever uma descoberta clínica com as seguintes características: dor relacionada com um ponto discreto e irritável no músculo-esquelético ou fáscia, cuja causa não é relacionada com trauma local agudo, inflamação, degeneração, neoplasma ou infecção.

Atualmente os trigger points miofasciais são definidos como pontos focais hiperirritáveis, localizados no interior do músculo-esquelético e/ou sua fáscia, desenvolvendo dor pronunciada.

O sedentarismo, a má ergonomia no trabalho, o constante stress provocado pelo atual contexto socioeconómico (instabilidade nos emprego, excesso de trabalho, etc.) têm induzido na sociedade um aumento de dor a nível músculo-esquelético e consequente predisposição para a presença de trigger points.

Designada muitas vezes de “síndrome de dor miofascial”, esta é uma disfunção causada por traumas ou microtraumas de repetição, que provocam a libertação das substâncias que induzem a sensação dolorosa levando ao aparecimento dos trigger points. Estes são identificados por sintomas como: sensação/desconforto intenso profundo e não específico, dor surda com variações de intensidade e períodos de exacerbação e remissão, além de estarem associados ou não a movimentos específicos. A palpação do trigger point reproduz a queixa do paciente relativamente à dor. Surge assim uma necessidade de grande importância na familiarização dos estudantes e profissionais com esta condição e escolha do melhor tratamento, numa área que é frequentemente submetida a erros de diagnóstico.

Para o fisioterapeuta a frequência neste workshop aumentará o seu leque de ferramentas, capacitando-o para uma correta avaliação e intervenção na dor/síndrome miofascial.

Destinatários

Exclusivamente fisioterapeutas e estudantes finalistas de fisioterapia

Vagas

20 vagas

Horário

14:00h - 18:00h

Carga Horária

4 horas

Programa

- Características clinicas do trigger point (diagnóstico diferencial).

- Definir e identificar os diversos tipos de trigger point.

- Fisiopatologia e neurofisiologia do trigger point.

- Técnicas de tratamento: pressão isquémica, punção seca (demonstração), protocolo suíço (demonstração), vibração, entre outras.


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